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ViDavi da CAROL

  Sou uma mãe daquelas modernas. Sou esposa: cuido do meu maridão. Sou mulher: trato bem do visual e não posso dispensar a academia. Sou amante: me reinvento todos os dias. Jornalista: trabalho muito, por paixão e ganho pouco. Sou dona de casa: administro cama, mesa e banho. Amiga: dou conselhos e um ombro e sou MÃE: vivo para o meu filho DAVI.

 


terça-feira, março 29, 2005

 

Se você deseja mudar o mundo, mude você mesmo. Sinto isso tão claramente agora! Sou outra pessoa. A maternidade muda no todo, no profundo, na essência. Nem sempre essa mudança é para melhor, mas no meu caso começo a achar que sim e pressinto que daqui há uns cinco ou dez anos vou ter certeza de que me tornei alguém melhor.
É difícil explicar tal coisa para quem ainda não passou pela experiência de gerar outro ser e depois criá-lo para o mundo. Vou tentar:
Ficamos mais fortes, aguentamos muito mais trabalho no lombo pois precisamos estar bem para lidar com um bebê todos os dias. Eles demandam muito trabalho e ‘engrossam o nosso couro’ pra vida.
Ficamos mais honestas, não temos mais tempo para omitir nossos sentimentos ou ficar com meias verdades. O tempo urge e daqui a pouco o neném vai chorar te chamando.
Vivemos mais, afinal não dormimos tanto. Aproveitamos bem as 24 horas do dia. Com o tempo a gente acostuma e sente até um gostinho bom ao ouvir alguém reclamando que não dormiu nada durante a noite e está acabada. Isso pra nós já não é problema sério.
Ficamos mais exigentes, precisamos cuidar da nossa família e de nós mesmas com mais qualidade do que antes. A responsabilidade de educar alguém acaba criando isso em nós com mais força do que nunca.
Só nos importa o que realmente importa: isso quer dizer que não nos abalamos com futilidades mais. Antes de ter filho, se fulana falasse mal do seu cabelo ou fofocasse com cicrana sobre você era o fim do mundo. Agora você não dá mais ouvidos à churumelas. Simplesmente você está acima disso.
Ficamos mais destemidas, a natureza nos dá isso de presente. É biológico, temos que zelar pela cria. A mulher ganha isso pra vida inteira e usa a coragem ‘plus’ que adquiriu todos os dias pra enfrentar os desafios que lhe são impostos.
Sabemos dar valor ao dinheiro que ganhamos. Nada de gastar com bijouterias, roupas caras, sapatos de grife. Isso não importa mais. Aonde isso vai nos levar? Pra quê tanto consumismo? O dinheiro existe para coisas muito maiores e mais urgentes.
E, por fim, o mais importante: não nos acomodamos nunca mais. Os nossos pequenos nos ensinam que precisamos, urgentemente, de nos movermos, nos melhorarmos, nos superarmos. Não aceitaremos mais migalhas por causa deles. Nunca mais ficaremos estacionados, estáticos. Tá certo, não temos descanso nunca. Só que, o que estivermos fazendo, tem que ser o melhor. Por eles.
 

Postado por Carol ás 8:06 PM| Lilypie Baby Ticker


quinta-feira, março 24, 2005

 

...ZZZ...ZZZ...ZZZ...
Ando dormindo em pé atualmente. Na verdade não ando dormindo nada! Se conseguisse encostar e dormir profundamente em qualquer lugar, em qualquer hora do dia eu estaria mais descansada já que é impossível dormir no horário em que as pessoas normais, digo, sem filhos, dormem. Agora que voltei a trabalhar então, sou um farrapo humano. Esse negócio de dupla jornada não existe no meu caso. Aqui é tripla jornada porque eu trabalho durante a madrugada também.
Quando o Davi nasceu ele acordava de duas em duas horas pra mamar. Com o passar do tempo ele evoluiu pra 3 em 3 horas durante a noite. Até que aos três meses começou a acordar somente às duas da manhã pra mamar e dormir em seguida até às 5h30. Aí ele acordava de vez pra viver a vida!
Não sei precisar quando foi que ele regrediu, mas agora acorda o tempo todo e nós não aguentamos mais de cansaço! Eu e o Fernando revezamos de noite: ele levanta umas quatro vezes e eu também. Amamento só duas vezes por noite, as outras vezes é por causa do bico que caiu, um arroto que estava preso, um sonho ruim, sei lá mais quais são os motivos. Só sei que chora ou então fica resmungando.
Essa noite foi a gota d'água pra mim. Pensei que não ia aguentar levantar, fiquei tonta, dormi em pé, tive vontade de morrer! Cheguei até a pedir pelo amor de Deus pra ele ficar quieto e dormir. Claro que não adiantou.
O resultado é que me rendi à mamadeira (numa mistura pesada de NAN com MUCILON)por pensar que ele estava com fome. Não sabia mais o que fazer. Acho que acertei porque ele mamou direitinho. Logo ele que nunca aceitou pegar mamadeira nenhuma!!! Acho também que com o cansaço minha produção de leite não anda lá grandes coisas não. Sinto que minhas tetas já não enchem mais como antigamente. Ele mama pouco tempo, larga o seio a cada minuto e depois volta, mostra desinteresse e às vezes mama e chora. E ele tem surpreendido a todos com a sua comilança enquanto estou no trabalho. Dois pratos de papinha salgada! Acho que quando estou com ele, acaba mamando no meu peito só pelo ato em si e não pelo leite.
Não sei ainda o que fazer ao certo. Não sei onde procurar ajuda. Sinto que não vou dar conta......... Ai tô dormindo no teclado, meus olhos vermelhos e ardentes..... minha cabeça pesa......ZZZZ....ZZZZZ....ZZZZ....Ih, tenho que ir, ele acordou. DE NOVO!
 

Postado por Carol ás 8:22 AM| Lilypie Baby Ticker


domingo, março 20, 2005

 

VOU TE CONTAR DO 'PIPOCA'
Quando nos mudamos para a nossa casa atual, o bairro parecia uma cidadezinha do interior. Tenho lembranças muito boas da minha infância. Pé no chão, rua de terra, crianças correndo na chuva, tomando banho de mangueira. Bons tempos.
Os vizinhos sempre foram muito presentes no nosso cotidiano, assim como em cidades pequenas. E todo bairro tem sua figura marcante, que sempre fica nossa lembrança. No meu existe um carroceiro bem humorado chamado 'PIPOCA'. Ele é magrinho, barba branca, chapéu na cabeça e um sorriso meio sem dentes que só faz parecer que é ainda mais simpático do que ele já é.
Sua carroça era pra nós, crianças de cidade grande, algo tão impressionante quanto um disco voador. Ela nem era tão bonita assim, sempre foi velhinha e pequena. O cavalo, sempre meio magrinho e desanimado, cansado de tanto serviço no lombo, nos parecia um alazão!
E ele sempre chegava gritando, sorrindo, chamando a criançada e dando notícia de tudo e de todos da vizinhança. A gente subia animado pra cima da carroça e ficava passeando de cavalo durante horas. Esse era o ápice do meu dia e dos meus irmãos.
Pipoca voltou a frequentar a casa dos meus pais agora porque é preciso mais uma vez que sua incrível carroça leve os entulhos da obra e restos de árvores podadas pelo meu pai. Agora tenho ido lá com meu filho e o pipoca continua a encantar a gente com sua simpatia. Não precisa nem dizer que o seu cavalo ainda é atração principal só que agora pro Davi, que nunca tia visto ser tão incrível como aquele.
Estávamos em pleno almoço de sábado, família reunida, quando pipoca veio se despedir e receber o seu suado dinheirinho. Conversa vai... conversa vem... A gente oferece a ele uma carninha ou uma cervejinha. Ele diz que não, pois não come nada disso na quaresma: 'Mania boba que peguei da minha mãe e minhas tias velhas', diz. Ele logo explica que adaptou o que os antigos faziam por não conseguir de forma alguma fazer o que eles faziam, o jejum. 'É difícil demais, eu passo mal, fico tonto, quase desmaio: um horror!', conta com a cara mais séria do mundo.
Realmente todos presentes concordam que essa mania de jejum já não existe mais e nem tem cabimento nos dias de hoje. Curiosa, minha sogra pergunta: 'Mas como é esse jejum que eles faziam, pipoca?' Ele se apruma todo, arruma a camisa e responde: 'É assim, você acorda e não pode comer nada até a hora do almoço. Quando chegar o almoço você pode comer o que quiser, repetir o prato e comer até quantas sobremesas quiser.' Quando a gente já ia comentar que esse jejum era bom pra diabo, pois era permitido almoçar, ele grita completando: 'Aí, gente, vocês só podem comer de novo na hora do jantar!!!' Todo mundo cai na gargalhada, claro. Ele tenta disfarçar e explica que pra ele é impossível pois come dois pães com carne e ovo logo de manhã.
Ê pipoca! Eu vou começar esse difícil jejum da sua família amanhã!

Davi conhecendo a carroça do pipoca. Foto: Fernando Grilo
 

Postado por Carol ás 8:31 AM| Lilypie Baby Ticker


terça-feira, março 15, 2005

 

A MAMÃE VAI... MAS A MAMÃE VOLTA

Amanhã a vida volta ao normal. Volto a trabalhar como sempre fiz desde os onze anos de idade. Meu pai sempre fez questão de me ensinar a importância de ganhar meu próprio dinheiro e ser independente. Minha mãe sempre reforçou que a mulher tem que ser também profissional, não depender de marido: “Homem nenhum gosta de mulher pedindo dinheiro pra tudo”, ela dizia sempre e continua dizendo.
Eu precisei ouvir isso de novo porque pensei em abandonar tudo pra ficar com o Davi. Minha cabeça deu uma reviravolta depois que ele nasceu, nada tem importância mais. Só o seu bem-estar. Se estiver com ele, estou feliz. Não penso em comprar nada para mim, não penso em me divertir, não penso em ler, ouvir música ou ir ao cinema sem antes pensar nele. Gosto de namorar o Fernando, não deixamos de ter nossos momentos, mas vira e mexe ele é nosso assunto principal.
A vida mudou muito com a chegada dele. Algumas coisas para melhor outras para pior (como por exemplo, a minha qualidade e quantidade de sono). Sou uma pessoa diferente, mais paciente, mais interessante, mais útil, mais amada e mais completa em todos os aspectos. Em compensação não me sinto livre mais. Tenho agora uma noção de responsabilidade que nunca antes senti. Não posso fazer tudo o que tenho vontade na hora que tenho vontade. O amor que sinto pelo Davi me envolve de tal forma que acho que vou morrer simplesmente pelo fato de estar longe dele.
E agora vou ficar longe de você, filho. Nunca mais serei exclusivamente sua mãe, mas a vida é assim mesmo. Se ficar vou acabar te culpando por algo que você não me pediu. Você existe para o meu crescimento como pessoa e isso inclui ser tudo ao mesmo tempo. Dona de casa, esposa, mãe, profissional, amiga, colega, filha, irmã e o que mais a vida exigir. Num mundo ideal eu escolheria você, afinal você ainda está tão pequenininho e precisando de mim! Queria mesmo estar o tempo todo grudada em você, como era antes de você nascer, lembra? Onde eu ia você estava também, nada nos separava, tudo era perfeito. Até que a vida me roubou você e a cada dia que passa terei que conviver com essa separação. Quanto mais você crescer menos vai querer ficar grudado em mim. Você só tem quatro meses e o mundo já te interessa tanto, não é? Você já gosta de sair, passear, olhar as coisas ao seu redor... Já não gosta mais de dormir em meus braços, prefere o berço! Quanta independência! Vai puxar a mãe, vai se encantar pelo mundo e o mundo vai cair aos seus pés. E eu vou morrer de saudades do tempo em que o mundo pra você era EU.
 

Postado por Carol ás 10:26 AM| Lilypie Baby Ticker


sexta-feira, março 11, 2005

 

PRIMEIRO ALMOÇO
O pediatra liberou a sopinha para o Davi! Começamos ontem com uma receita da minha mãe, que é expert em sopas. Até hoje eu adoro tomar os caldos deliciosos que ela faz. Estava tão gostosa! Feita com músculo, cenoura, couve e arroz. Tudo bem batidinho.
Achei que ele não ia comer, ia estranhar e fazer cara ruim. Pelo contrário! Ele comeu e lambeu os beiços. E eu tive que me segurar umas três vezes para não levar a colher dele na minha boca.
Voltamos da casa da minha mãe no início da noite para o banho e o mamá. Estava tudo certo, ele estava animado e sorridente. Quando fui colocá-lo na cama ele começou a chorar. Não estranhei porque ele sempre chora um pouco antes de dormir. Só que dessa vez o choro persistiu e alcançou níveis de decibéis inimagináveis a um ser humano que nunca teve um filho!!! Comecei a achar que ele realmente estava muito cansado e com muito sono e por isso estava irritado. Tentei de tudo: pus no berço e tirei, ninei no colo, pus o bico, tirei... dei brinquedinhos, virei de bruços! Comecei a ficar cansada e estressada então dei o flagass baby pois estava notando que o choro aumentava quando ele soltava pum. Ele parou um pouco de chorar pois adora o gosto docinho do remédio.
Quando o Davi já estava pegando no sono no berço, do nada, ele começou a berrar de novo e não parou mais. Resolvi passar o 'bastão' pro Fernando com medo de perder a paciência de verdade. Até que ele deu uma paradinha, até riu um pouco mas em seguida começou de novo.
Foram duas horas de sofrimento até que o Fernando lembrou de dar o tylenol pra tirar a dor de gás. Acho que isso, misturado com o cansaço dele, que finalmente funcionou. Pela primeira vez ele dormiu em pé, às 10 horas da noite, com a cabeça encostada no meu ombro. Fiquei morrendo de dó. Depois que o sono estava 'bem ferrado' mesmo, o coloquei no berço e esperei. Saí do quarto ainda ouvindo os soluços de quem chorou durante tempo demais.
Em compensação ele dormiu como um anjo a noite toda. Só acordou pra mamar às 4 da manhã. UFA!!!!
 

Postado por Carol ás 9:02 AM| Lilypie Baby Ticker


sexta-feira, março 04, 2005

 

Incrível como os brinquedos que ganhamos quando crianças formam o adulto que nos tornamos. Os pais e avós deveriam se preocupar mais com o tipo de brinquedo que dão aos filhos e como brincam com eles. São nessas brincadeiras que a nossa criatividade, interesses e habilidades são formadas. E digo mais: é aí, na infância, que resolvemos a nossa profissão que vamos seguir quando crescermos.
Eu nunca tive sonhos muito precisos quanto ao que eu gostaria de ser quando crescesse. Hoje, olhando pra trás, entendo que há muito eu já era o que sou hoje, só que de uma forma lúdica, fantasiosa, imaginativa. Eu sempre gostei de ler histórias para os meus irmãos. Tinha que ser em voz alta. Eu pegava um bom livro e tentava prender a atenção dos dois pestinhas. Era uma arte. Quando eles não queriam de jeito nenhum eu apelava pro meu cachorro. Esse sim, prestava uma atenção!! Isso continuou acontecendo durante toda a minha adolescência e até mesmo pouco tempo antes de me casar eu ainda tinha mania de deitar na cama da minha mãe e ler contos do Luís Fernando Veríssimo para ela. Sei que ela adorava, pois, relaxava, ria de algumas passagens e quando eu resolvia levantar os olhos do livro ela já estava roncando.
Não é pra menos que eu sempre quis ser mãe. Eu tinha verdadeira paixão pela minha bebezinha que Papai Noel me deixou numa noite de Natal inesquecível. Eu trocava fraldas, dava banho, brincava, embrulhava numa manta e passeava com a boneca. Ela tinha roupas de verdade mesmo, pois minha mãe felizmente me deixou usar as roupas que eram minhas quando bebê. Aquela boneca, que era como um neném de verdade, me ensinou muito, foi mesmo uma filha para mim. Tanto que quando estava grávida cheguei a pensar que eu ia ter um menino pois menina eu já tinha tido. Dito e feito.
Foi pensando nisso que resolvi comprar hoje um presente para uma filha de uma amiga que vai completar três anos. A loja me surpreendeu negativamente. Tudo bem, tinha lá as bonecas da moda, mas nada muito interessante. O pior é que para as meninas tinha uma prateleira abarrotada de opções, mas todas, voltadas para o lado doméstico da mulher. Tinha mini microondas com vasilhas e pratos, mini máquina de lavar, conjuto de pratos, copos e xícaras. Tinha também carrinho de supermercado, ferro de passar e forninho e fogãozinho. Desse jeito nossas crianças só vão se preparar para serem donas de casa!
O lado bom disso é que as meninas se preparam para viverem sozinhas e se virarem quando adultas nas inevitáveis e intermináveis tarefas de casa. Acabaram levando para suas profissões de adulta uma incrível capacidade de coordenar e acumular múltiplas funções. Ao brincar de boneca e de casinha a menina aprende a se relacionar, a sonhar e a valorizar a família e o amor.
O que eu exijo, entretanto, é diversidade! Como na prateleira dos meninos. Eles podem voar, lutar, podem brincar de médico, fingir que são super-heróis ou pop stars, construir cidades ou derrubar casas! Podem ser atletas ou astronautas.
Aos nossos meninos falta brincar de casinha e às nossas meninas falta sair de casa e olhar o céu.
 

Postado por Carol ás 8:09 PM| Lilypie Baby Ticker


quinta-feira, março 03, 2005

 

 

Postado por Carol ás 9:34 AM| Lilypie Baby Ticker



O Davi

O nome Davi é de origem hebraica e signinifica 'o amado'.
Nasceu em Belo Horizonte no dia 06/11/04, está pesando 9,340 kg e medindo 75 cm. 
Mama como um bezerrinho esfomeado, come sopinha no almoço e jantar, iogurte, frutas e até sorvete! Sempre muito animado, mas quando chora abala as estruturas do prédio onde moramos. É muito risonho e simpático! É a cara do paizão do ano, o amor da minha vida: Fernando.

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